"O verdadeiro pecado é escrever para o público." (Paul Valéry). "Blot, blot, good Lod'wick!" (Shakespeare, Edward III). "Dei uma olhada no seu instigante blog/ site... Indiquei seu site para pessoas interessadas na discussão sobre a aporia das artes" - Affonso Romano de Sant'Anna.
"Lauro, chegando do Irã, dei uma lida transversal nos seus textos (pois estou saindo de novo de viagem: feira do livro no Piauí, e depois centenário de Neruda no Chile). Fui lendo e me impressionou muito. Você sabe das coisas, tem garra, está fazendo algo bem pessoal. Tem uma rara força verbal entre o profético e o estilo Nietzschiano de Zaratrusta."
[...]
"Siga em frente, meu caro Zaratrusta de Mossoró (desculpe a brincadeira **): é que no Irã subi a montanha do Templo do Silêncio onde seguidores de Zoroastro celebravam há 2.500 seu culto."
"A coincidência, Lauro, está em que no topo do Templo, havia realmente um iraniano com uma pomba branca nas mãos, assustadíssimos, os dois.
Affonso."
(*) Affonso Romano de Sant'Anna. Na apresentação de Márcia Denser, escritora e pesquisadora.
[...] poeta, crítico e professor Affonso Romano de Sant'Anna, um dos principais teóricos brasileiros e analista da cultura (Barroco: do quadrado à elipse, O Que Fazer de Ezra Pound?, Desconstruir Duchamp).
Presidente da Biblioteca Nacional de 90 a 96 criou o Sistema Nacional de Bibliotecas e o PROLER; como diretor do Departamento de Letras e Artes da PUC/RJ organizou, nos anos 70, a pós-graduação em literatura brasileira. Professor em várias universidades brasileiras (UFMG, UFRJ, PUCRJ), deu cursos no exterior nas Universidades de Los Angeles e Texas (USA), Köln (Alemanha), Aix-em-Provence (França); lançou a revista Poesia Sempre de circulação internacional, é autor de cerca de 30 livros de ensaios, poesia e crônicas.